Politicando
Deputado estadual pede proibição de jogos de azar online
Francisco Tenório disse que as medidas não devem se restringir apenas à prisão de influenciadores
O deputado estadual Francisco Tenório (PP), usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Alagoas nesta terça-feira (25) para cobrar que os jogos de azar online, a exemplo do jogo do tigrinho, sejam proibidos. O parlamentar acredita que as medidas não devem se restringir às prisões de influenciadores.
Tenório pediu que os policiais envolvidos na Operação Game Over apurem a movimentação suspeita na promoção dos jogos e que elaborem um relatório mostrando os danos causados à população. “Se não por ações judiciais, que possam conter esse avanço, que o Congresso Nacional legisle proibindo a sequência desse jogo, que vem destruindo famílias em todo o Brasil”, disse.
O deputado defendeu ainda que as plataformas sejam proibidas de operar no país. “Entendo que eles [influenciadores] têm um pouco de culpa, mas o que devemos fazer é um grande movimento no Brasil para acabar com o 'Jogo do Tigrinho' e proibir que as plataformas que publicam esse jogo sejam tiradas de circulação. Eu conheço várias pessoas que estão endividadas, que já furtaram em suas próprias casas e praticaram outros delitos para arrumar dinheiro e manter o vício neste jogo”, concluiu.
Vale lembrar que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, na semana anterior, um projeto que autoriza o funcionamento de cassinos e bingos, o que pode dificultar ainda mais a proibição de jogos como o “Tigrinho” de circular pelo Brasil.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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