Politicando
Ronaldo Lessa sobre disputa entre PDT e MDB: ‘Parceria não quer dizer submissão’
Em alguns municípios, ambos partidos deixarão a parceria de lado de olho nas eleições
Ronaldo Lessa deixou claro que a parceria com o Palácio República dos Palmares tem limites quando o assunto são as eleições municipais. Prestes a disputar a prefeitura em algumas cidades contra o MDB, Lessa lembra que parceria não quer dizer submissão.
O vice-governador disse que a prioridade é sempre buscar uma composição entre os partidos, mas é necessário respeitar as lideranças locais. “Parceria não quer dizer submissão. Quase sempre a gente busca ficar juntos, mas não podemos desrespeitar as lideranças locais”, disse Ronaldo em entrevista à Rede Antena 7.
Lessa ressaltou que as diferenças locais fazem parte do processo eleitoral. “Quando a gente pode, damos preferência aos partidos que estão no nosso campo”.
Vale ressaltar que, em Pilar, por exemplo, o partido do vice-governador está em pé de guerra com o partido do governador Paulo Dantas.
Thais Canuto (PDT) é pré-candidata a prefeita e vai disputar contra o nome escolhido para suceder Renato Filho, sua tia Fátima Rezende (MDB).
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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