Politicando
Com tom eleitoral, JHC faz críticas a BRK e ao governador
Prefeito da capital subiu o tom durante visita a uma obra de saneamento no litoral norte da cidade
O prefeito de Maceió, JHC (PL), subiu o tom contra o governador Paulo Dantas e a empresa BRK. As críticas foram feitas durante a visita a uma obra de saneamento básico na região norte da capital, onde a prefeitura está investindo cerca de R$140 milhões de reais.
Em uma transmissão ao vivo em seu perfil pessoal no Instagram, o prefeito JHC disse que a população do norte da cidade foi abandonada por muitos anos. Ainda em sua fala, o prefeito faz críticas à concessão da água e saneamento para a BRK.
“Infelizmente, o estado concedeu o serviço de comercialização e desses investimentos na nossa cidade, mas pela omissão e muitas vezes pela prática abusiva por parte da BRK e não cumprir com o contrato, a Prefeitura de Maceió está fazendo a sua parte”, disse JHC.
No vídeo, o prefeito aponta ainda que o governo estadual não fiscaliza a atuação da BRK, por meio da Arsal, que é a agência reguladora.
Vale ressaltar que, a Câmara de Maceió, que tem em sua maioria apoiadores de JHC, está com a Comissão Especial de Investigação da BRK parada. A CEI está em atividade há pouco mais de um ano, mas até agora não disse para que veio.
Há ainda em Maceió, uma agência tal qual a Arsal que pouco se ouve falar. A Agência de Regulação e Fiscalização de Serviços Públicos de Maceió (Arser), apresenta uma atuação tímida dentro da capital alagoana.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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