Politicando
Veto à candidatura de Ricardo Barbosa ainda não foi definido por egoísmo do MDB
Como moeda de troca o PT pede que os emedebistas abram mão de algumas candidaturas
O veto à candidatura de Ricardo Barbosa segue sem definição por uma falta de consenso entre o MDB e o PT em Brasília. O Partido dos Trabalhadores só aceita abrir mão de Ricardo em Maceió caso o MDB deixe a corrida em outras cidades, como a capital mineira.
A reunião do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) na última segunda-feira (22) acabou sem uma definição sobre a eleição majoritária da capital alagoana. O motivo seria a ausência de uma resposta do MDB quanto à proposta do PT.
Uma das cidades que o PT pede que o MDB retire sua candidatura é Belo Horizonte. Na capital mineira, o pré-candidato emedebista apresenta um desempenho inferior ao petista. O tempo de TV e Rádio também é o argumento utilizado para que Gabriel Azevedo deixe a corrida.
Com a demora na definição, Ricardo Barbosa segue como candidato, mas desde o último final de semana não fez campanha ou apareceu nas redes sociais mostrando visitas às bases petistas.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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