Politicando
Convenções partidárias definem cenário das eleições em Rio Largo
A corrida eleitoral terá três nomes na disputa pelo executivo da cidade
As convenções partidárias que ocorreram nesse final de semana definiram como será o cenário da disputa pela Prefeitura de Rio Largo, um dos maiores colégios eleitorais do estado. A disputa se dará entre três candidatos ao executivo.
Carlos Gonçalves, é sobrinho do atual prefeito, Gilberto Gonçalves, e será o cabeça de chapa do PP. O vice-prefeito escolhido pelo grupo é o ex-superintendente de Iluminação Pública do município, Petterson Henrique, também do PP.
No campo da oposição há duas chapas. Uma delas é formada pela ex-primeira-dama Izabelle Lins (PDT), que conta com o apoio do vice-governador Ronaldo Lessa. O vice-prefeito desta chapa é o ex-vereador Mima (Republicanos), que chegou a lançar sua pré-candidatura a prefeito na eleição deste ano.
Fechando o grupo de oposição ao atual gestor, Pedro Victor (MDB) foi confirmado como candidato a prefeito apoiado pelos Calheiros. O vice-prefeito é um militante do MDB, o ex-vereador Cícero Severino, mais conhecido como Dadá.
O favoritismo na disputa é do Carlos Gonçalves, já que conta com o apoio do atual prefeito, Gilberto Gonçalves, que tem a máquina na mão.
Agora, os três candidatos esperam com ansiedade o próximo dia 16 para dar início a campanha eleitoral.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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