Politicando
Lenilda Luna não terá espaço no Rádio e TV para apresentar sua campanha à Prefeitura de Maceió
A candidata usou as redes sociais para criticar a legislação que trata do tema
A jornalista e candidata a prefeita de Maceió, Lenilda Luna (UP), não vai aparecer no guia eleitoral nas eleições deste ano. Em suas redes sociais, Luna criticou a exclusão de seu grupo do horário político eleitoral.
“A campanha eleitoral vai começar, mas pelas leis injustas feitas por aqueles que são maioria no Congresso Nacional, a Unidade Popular está excluída do horário político eleitoral do rádio e da TV”, escreveu em seu perfil no Instagram.
Lenilda é a única candidata da esquerda que vai disputar a Prefeitura de Maceió. A postulante terá apenas as redes sociais para mostrar sua ideias para a capital alagoana.
De olho nessa possibilidade de apresentar seu programa eleitoral através das redes sociais, Lenilda pediu para que seus seguidores divulguem suas ideias já que não terá o mesmo espaço que outros candidatos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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