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Candidata a prefeita do PCO defende um governo sem vereadores: ‘mafiosos e bandidos’

Nina Tenório imagina uma gestão em que os trabalhadores tomem as decisões

16/08/2024 17h05
Candidata a prefeita do PCO defende um governo sem vereadores: ‘mafiosos e bandidos’

A candidata a prefeita de Maceió, Nina Tenório (PCO), apresenta um programa de governo radicalmente voltado à esquerda. Dentre as ideias defendidas pela postulante está a criação de um Conselho Popular Deliberativo, excluindo a participação da Câmara de Vereadores na construção de políticas públicas para a cidade.

De acordo com a candidata, não faz parte de seu programa governar em parceria com a Câmara de Vereadores, “composta de mafiosos e bandidos”. “Quem deve governar são os trabalhadores”, diz.

Como alternativa à Casa Legislativa, Nina Tenório propõe a formação de Conselhos Populares Deliberativos, composto por trabalhadores de todas as partes da cidade. “Esse sistema deve ser criado em toda cidade e será a verdadeira base do governo municipal. Os trabalhadores devem decidir!”

O programa de governo de Nina Tenório se baseia, como diz a própria candidata, através do interesse dos trabalhadores. “A participação da classe operária e de todos os oprimidos no processo político é uma questão central no programa de governo do PCO”, diz um trecho do documento.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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