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Filho de Pedro Collor disputa uma vaga na Câmara de Maceió na base do governo estadual

O candidato tem apostado na associação com a imagem de seu tio

19/08/2024 16h04 - Atualizado em 19/08/2024 16h04
Filho de Pedro Collor disputa uma vaga na Câmara de Maceió na base do governo estadual

Fernando Lyra Collor, sobrinho do ex-presidente Fernando Collor, disputa uma das 27 cadeiras da Câmara Municipal de Maceió no partido que está sob a influência do governador Paulo Dantas, o PSB.

Collor, o candidato a vereador, tem apostado na associação de seu nome com a imagem de seu tio, o ex-presidente da República. No material gráfico distribuído pela equipe do candidato é possível ver a foto de ambos. A estética dos adesivos e panfletos é semelhante à adotada por Collor em eleições passadas.

Fernando Lyra Collor é filho de Pedro Collor, que morreu em 1994. Collor chegou a assumir a vaga de vice-prefeito do município de Atalaia em 2010, após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassar os mandatos do então prefeito Manoel da Silva Oliveira, o Professor Mano (PTB), e do vice-prefeito Elvio Alves Brasil (PTB).

Collor escolheu o PSB, partido dirigido por Paulo Dantas, para disputar as eleições. Vale lembrar que seu tio, na eleição de 2022, disputou o governo de Alagoas contra Paulo Dantas.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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