Politicando
PL pede impugnação da candidatura de Marcos Madeira em Maragogi
O partido de JHC alega que o ex-prefeito cometeu improbidade administrativa
O Diretório do PL em Maragogi pede a impugnação da candidatura a prefeito de Marcos Madeira (MDB). O partido apresentou uma Ação de Impugnação de Registro de Candidatura (AIRC) contra o ex-mandatário.
A alegação é que há uma condenação em transitado e julgado do Tribunal de Contas da União (TCU), que sob a luz da Lei de Inelegibilidade, impede Madeira de concorrer nas eleições municipais deste ano.
De acordo com os advogados do Partido Liberal (PL), durante o período em que Madeira esteve à frente da Prefeitura de Maragogi, três convênios foram estabelecidos e mais de R$ 2 milhões (exatamente R$ 2.050.035,62) não tiveram as prestações de contas aprovadas pelo TCU.
A AIRC apresentada pelo PL, em nome de Antonio Carlos da Silva, presidente do Diretório Municipal do partido, deseja apenas que o reconhecimento da impossibilidade seja referendado pela Justiça Eleitoral.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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