Politicando
Quatro municípios alagoanos terão um único candidato a prefeito
Plataforma divulgacand registra apenas um candidato nessas cidades; três vão para a reeleição
Em pelo menos quatro municípios alagoanos a eleição terá caráter aclamatório, já que apenas um candidato se inscreveu para concorrer ao cargo de prefeito. Nesses municípios, o eleitorado apenas terá que confirmar a vitória do único nome na disputa.
São os casos de Branquinha, Cacimbinhas, Jaramataia e Mar Vermelho. Coincidentemente, os quatro candidatos nessas cidades são do MDB, e em três delas, o atual gestor é candidato à reeleição, sem adversários.
Em Branquinha, o único nome na disputa é o atual prefeito Neno Freitas. Embora filiado ao MDB, Neno é primo de um candidato de oposição à legenda em Murici - o ex-vereador Caubi de Freitas. O atual prefeito vai sozinho para a disputa já que seu possível adversário, Renildo Calheiros, desistiu.
Já em Jaramataia, o candidato é o atual prefeito e emedebista Ricardo Paranhos. Ele concorre novamente, só que dessa vez sem adversários, com apoio do PSD em sua chapa proporcional. A situação se repete em Mar Vermelho, onde o atual prefeito André Almeida é o único candidato majoritário.
Em Cacimbinhas, além de nome único, o candidato também é novo no ofício. Trata-se de de Wladimir Wanderley, ou Vaval Wanderley, que concorre pelo MDB. Ele é ex-vice-prefeito da cidade e tem o apoio do primo, atual prefeito e presidente da AMA, Hugo Wanderley.
Tendo lançado o maior número de candidatos a prefeito do estado, pelo menos quatro prefeitos eleitos já estão na conta do MDB.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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