Politicando
Sem João Catunda, o caminho está livre para Marcelo Palmeira ser o novo presidente da Câmara de Maceió
Catunda vinha sendo cotado para assumir a cadeira de Galba Netto, mas não conseguiu renovar seu mandato
A disputa pela cadeira de presidente da Câmara Municipal de Maceió começou a se desenhar após o resultado das urnas no último domingo (06). O vereador João Catunda (PP) era cotado como favorito para ocupar a cadeira que hoje é ocupada por Galba Netto (PL), mas o progressista não conseguiu renovar seu mandato.
Marcelo Palmeira (PL), que hoje é o 1º secretário da Mesa Diretora da Casa de Mário Guimarães, também tem seu nome cotado para a disputa. Sem Catunda nas fileiras da Casa a partir do próximo ano, o caminho estaria livre para o ex-vice-prefeito de Maceió ocupar a vaga.
Nos bastidores da Casa, há quem não ache interessante a ascensão de Palmeira à condição de presidente da Câmara Municipal.
Questionado sobre a especulação, Marcelo Palmeira disse, por meio de sua assessoria, que no momento há apenas rumores, mas que tem várias possibilidades.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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