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Olívia Tenório deve assumir secretaria da Mulher de Maceió; Catunda volta para a Câmara em 2025

Vereadora reeleita deve assumir secretaria que já estava na sua cota política

23/10/2024 17h05
Olívia Tenório deve assumir secretaria da Mulher de Maceió; Catunda volta para a Câmara em 2025

Descansado após vitória nas urnas, JHC (PL) começa a moldar seu secretariado para o segundo mandato. O prefeito reeleito tem sentado com lideranças políticas e definido algumas situações na Câmara de Maceió.

Em uma delas, JHC fechou questão pelo retorno de João Catunda (PP) para a Casa de Mário Guimarães a partir do ano que vem. Tendo obtido 5.664 votos em 6 de outubro, Catunda ficou na primeira suplência da chapa do PP.

Segundo informações de bastidores, o vereador volta para a Câmara no lugar de Olívia Tenório, reeleita pelo PP, que assume de fato a secretaria do município que já controlava politicamente: Mulher, Pessoas com Deficiência, Pessoa Idosa e Cidadania (Semuc).

De postura bastante agressiva na política, especialmente contra o senador Renan Calheiros (MDB), João Catunda é um dos mais fieis defensores do prefeito na Câmara de Maceió, motivo pelo qual foi um dos primeiros a ter sua situação ‘resolvida’ pelo prefeito.

Com a alteração, a Semuc passa por mais uma troca de comando, o terceiro desde que a secretaria foi criada, em 2023. A advogada Ana Paula Mendes foi a primeira titular, substituída por Sarah Pontes em julho deste ano, após desentendimentos com Olívia.

Agora, a própria ‘comandante’ informal da pasta será a secretária de fato.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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