Politicando

Politicando

Politicando

Paulo Dantas paga 1,3 bilhão a servidores e dá resposta sobre situação financeira do estado

Governo vinha sendo questionado sobre real capacidade financeira de honrar compromissos

26/11/2024 17h05 - Atualizado em 26/11/2024 17h05
Paulo Dantas paga 1,3 bilhão a servidores e dá resposta sobre situação financeira do estado

Mais do que injetar 1,3 bilhão na economia alagoana em 26 dias, o governador Paulo Dantas (MDB) dá uma resposta às críticas que vinha sofrendo, que decretavam sem muito aprofundamento a situação periclitante das finanças estaduais.

É fato que a situação já não é tão alvissareira quanto em anos anteriores, mas não há nenhum dado concreto (pelo menos publicamente) que justifique o status caótico nas contas públicas propagado pelos opositores de Dantas.

A resposta do governador foi serena, como é da sua personalidade, e dupla; ao mesmo tempo em que mostra que a arrecadação estadual continua em dia, deixa claro que a secretária Renata dos Santos, usada como ‘bucha de canhão’ para atingir o governo, fica onde está.

Alguns críticos, jogando abaixo da linha de cintura, chegaram a rotular Renata como uma secretária ‘sem tamanho’ para assumir a função que ora ocupa - isso após quase dois anos em que ela está sentada na cadeira; um misto de política e machismo.

Dantas e Renata enterram as críticas após a melhor resposta, do ponto de vista público - dinheiro no bolso do servidor, confraternizações se realizando, comércio vendendo, fim de ano feliz.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

Arquivos