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Além do MDB, Tereza Nelma também mira no PT para disputar mandato em 2026

Na legenda emedebista, Nelma encararia um ‘chapão da morte’ com dois deputados de mandato

03/02/2025 17h05 - Atualizado em 03/02/2025 17h05
Além do MDB, Tereza Nelma também mira no PT para disputar mandato em 2026

Especulada como nova secretária da gestão de Paulo Dantas (MDB), a ainda Secretária Nacional de Aquicultura do Ministério da Pesca, ex–deputada Tereza Nelma, considera ao menos mais um partido para filiar-se e disputar em 2026, além do MDB.

Embora a legenda presidida em Alagoas pelo senador Renan Calheiros seja um dos principais destinos avaliados pela ex-deputada, o PT também aparece como uma possibilidade. Nelma ‘namora’ a legenda desde 2022, quando também abriu conversas com o partido, mas acabou ficando no PSD.

A ex-deputada analisa com cuidado sua entrada no MDB, já que uma disputa pela legenda significa disputar um mandato - provavelmente de deputada federal - em meio a ‘gigantes’, como os atuais deputados Isnaldo Bulhões e Rafael Brito, e ainda o ex-prefeito de Murici Olavo Neto.

No PT, a ‘concorrência’ é menor; Nelma enfrentaria, num primeiro momento, apenas o atual deputado federal Paulão, que pode voltar a disputar mandato de federal caso não consiga se viabilizar ao senado. Se o projeto do petista de ‘subir’ para senador der certo, Tereza então teria a legenda livre para conseguir a vitória.

Seja qual for o destino partidário da ex-deputada, o tempo ainda corre a seu favor - a escolha final da sigla pela qual vai disputar a eleição pode ser feita até seis meses antes do processo, em abril do ano que vem.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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