Politicando
Toninho Lins se manifesta sobre crise política em Rio Largo; “Golpe foi dado antes das eleições”
Ex-prefeito lançou vídeo nas redes sociais
Toninho Lins aproveitou o ‘hype’ da crise política em Rio Largo para dar a sua visão sobre o cenário na cidade da região metropolitana da capital. Lins, que foi vereador e prefeito, disse que tentou “alertar” o eleitorado durante a campanha, mas que eles se “deram o direito de ser enganados”.
“Existe um golpe em curso. Só que esse golpe não foi dado na Câmara Municipal, mas antes da eleição. É o mesmo golpe que nós avisamos ao eleitor de Rio Largo. É o mesmo golpe que a Izabelle, que é a verdadeira oposição riolarguense alertou às pessoas, mas as pessoas não acreditaram e se deram o direito de serem enganadas”, disse.
O ex-prefeito afirmou também que a situação de Rio Largo não é mais um caso de política, mas de polícia, e ressaltou que há possibilidade do prefeito ter assinado o documento de renúncia e não admitir que o fez.
“Estou aqui como vereador que fui, como ex-prefeito por dois mandatos, pai e filho de riolarguense. Esse caso agora é um caso de polícia e órgãos de controle. Precisamos saber se o crime foi cometido pelos vereadores ou por alguém que assinou um documento e não admite que assinou”, afirmou.
Mesmo inelegível por conta de condenação eleitoral quando foi prefeito, Toninho participou ativamente das eleições de 2024, apoiando a sua esposa Izabelle Lins para a prefeitura. O resultado, todos já conhecemos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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