Politicando
Sem espaço em 2026, Rosiana Beltrão corre risco de entrar no ‘limbo’ da política
Ex-prefeita não deve concorrer a cargo por não ser a escolhida dos Beltrão
Embora tenha ocupado, sempre com destaque, funções importantes na política alagoana, a ex-prefeita de Feliz Deserto Rosiana Beltrão corre o risco de enfrentar o ‘limbo’ da política em 2026.
Além de prefeita por quatro mandatos da cidade do litoral sul alagoano, Rosiana exerceu também a função de administradora do Porto de Maceió e foi, por dois mandatos, presidente da AMA, dentre outros cargos exercidos em Brasília.
Apesar do peso político e do histórico de ‘boa de urna’, Rosiana não será a candidata da família Beltrão em 2026. Reunificada após um racha a partir da morte do ex-deputado João Beltrão, o grupo desta vez vai marchar em torno da recondução de Marx Beltrão à Câmara Federal, e de Marcos Beltrão para a ALE.
Sem o apoio familiar, resta à ex-prefeita trilhar mais uma vez o mesmo caminho que lhe foi imposto ao final do seu segundo mandato, quando também não teve a oportunidade de disputar um mandato, e voltou à prefeitura de Feliz Deserto, onde ficou por mais oito anos.
A não ser que os Beltrão, reunificados, decidam por dois candidatos a deputado estadual - o que parece improvável, pela chance de não eleger nenhum. As coisas no litoral sul já não são mais tão favoráveis quanto em tempos passados.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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