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Atendendo a pedidos, Marcelo Victor pode dividir ‘chapão da morte’ entre MDB e PSD para 2026

Nova configuração pode permitir vitória nas eleições com número menor de votos

23/04/2025 17h05
Atendendo a pedidos, Marcelo Victor pode dividir ‘chapão da morte’ entre MDB e PSD para 2026

A formação de chapas para a ALE em 2026 pode dividir a bancada do MDB, o que significa uma mudança de estratégia em relação ao que o grupo governista, liderado pelo deputado Marcelo Victor, fez em 2022 - quando juntou todos os seus candidatos no MDB, criando o ‘chapão da morte’.

A configuração deste grupo tirou o sono de muitos candidatos - e no final das contas, acabou custando o mandato de nomes destacados da casa de Tavares Bastos, como Galba Novaes e Leo Loureiro.

Atendendo a apelos de parlamentares, e com um novo partido sob sua direção, a ideia de MV desta vez é de dividir o bolo: uma parte dos deputados continua no MDB, e outra parte importante segue para o PSD.

Com duas chapas, é possível que o antigo grupo emedebista consiga manter ou até mesmo aumentar as 14 vagas obtidas em 2022, bem como exista oportunidade de deputados se elegerem com votação mais baixa do que no chapão de 2022 - em que candidatos com quase 30 mil votos ficaram na suplência.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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