Politicando
Renan Calheiros viaja com Lula para funeral do Papa Francisco
Senador alagoano foi o único do estado a ser convidado por Lula
O senador Renan Calheiros (MDB) foi o único alagoano a ser convidado pelo presidente Lula com a comitiva que se deslocou até o Vaticano, para acompanhar o funeral do Papa Francisco. As autoridades brasileiras já estão no local desde a manhã desta sexta (25).
Calheiros registrou a visita ao corpo do papa, feita por toda a comitiva brasileira, em um post nas redes sociais. “Na despedida do Papa Francisco, aqui em Roma, me amparo na sábia reflexão de um de seus textos: ‘a morte não é o fim de tudo, mas o começo de algo’”, escreveu.
O senador alagoano foi convidado por Lula como ex-presidente do senado, junto com o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União). Hugo Motta, presidente da Câmara, e o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, também estão com o presidente.
Embora em momento de luto, a viagem de Renan junto a Lula representa uma reaproximação do presidente com o senador alagoano, diante de um distanciamento que já se observava desde o segundo ano de Lula na presidência.
No período em que se distanciou de Renan, o presidente se aproximou de Arthur Lira, que atuou em muitas pautas em defesa da gestão petista. A última viagem internacional de Lula, ao Japão, teve a presença de Lira e não de Calheiros.
O funeral do Papa Francisco, com a presença de cerca de 50 chefes de Estado, ocorre neste sábado (26). A comitiva presidencial brasileira fica em Roma até o domingo (27).
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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