Politicando
PSDB de Alagoas participa de reunião nacional para definir fusão com Podemos
Pedro Vilela vai a Brasília debater novos rumos do partido que já teve o presidente da República por duas vezes
O presidente do diretório estadual do PSDB em Alagoas, o ex-deputado Pedro Vilela, participará nesta terça-feira (29) de uma reunião da executiva nacional tucana, que deverá avançar na fusão entre o partido e o Podemos, presidido em Alagoas pelo vice-prefeito de Maceió, Rodrigo Cunha.
A tendência, segundo os bastidores, é que os alagoanos não criem objeções para que PSDB e Podemos se transformem em um único partido - diferentemente de uma federação partidária, a fusão é um processo onde as duas siglas se transformarão em uma só.
Algumas alternativas de nomes já surgiram na imprensa nacional. ‘Moderados’ seria uma primeira opção, mas também estuda-se a possibilidade do nome ‘Juntos 30’, que seria o novo número do partido.
E em Alagoas? A chance mais forte, por enquanto, é de que o diretório seja dividido entre Pedro Vilela e Rodrigo Cunha, com o atual presidente estadual sendo mantido no cargo - já que hoje o Podemos tem mais musculatura política do que os tucanos.
Com o processo de fusão encaminhado, será a oportunidade de reaproximação de Rodrigo Cunha com seu ex-padrinho político, o ex-governador Teotônio Vilela Filho. Cunha foi eleito deputado estadual e senador dentro do ninho tucano, saindo em 2022 para se candidatar a governador pelo União Brasil.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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