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Renan Filho nacionaliza nome com ‘bate-boca’ nas redes envolvendo oposicionistas de Lula

Ministro tem sido um dos principais defensores de Lula nas redes sociais

27/08/2025 17h05 - Atualizado em 27/08/2025 18h06
Renan Filho nacionaliza nome com ‘bate-boca’ nas redes envolvendo oposicionistas de Lula

Colecionando ‘tretas’ com personalidades da política de âmbito nacional que estão no campo de oposição ao governo Lula, o ministro alagoano Renan Filho tem conseguido nacionalizar seu nome - o que indica que em 2026 sua atuação pode ser nacional, e não em Alagoas.

Mesmo que já tenha dito, reiteradas vezes, que deixará o ministério para ser candidato ao governo do estado, o ministro dos transportes tem dado sinais cada vez mais claros de que quer participar do debate nacional - ou até mesmo da sucessão de Lula, como seu vice.

O primeiro debate público do ministro foi com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Renan criticou o mineiro por gravar um vídeo comendo uma banana com casca, em alusão à alta do preço dos alimentos no começo do ano.

Nas últimas semanas, o ministro acelerou as ‘respostas’ a políticos da oposição, tendo debatido sobre uma ponte no Acre com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro - que o respondeu chamando de ‘pinóquio de Alagoas’.

Nesta semana, o debate público nas redes foi com o governador paulista Tarcísio de Freitas, que num evento em São Paulo afirmou que o Brasil precisa de ‘40 anos de desenvolvimento em 4’, sendo rebatido pelo alagoano que criticou sua gestão à frente da pasta de transportes no governo Bolsonaro.

Embora seja bastante aguardado em Alagoas para disputar - e muito provavelmente vencer - o governo do estado em 2026, não é possível definir, neste momento, qual será o destino de Renan Filho nas urnas no próximo ano. Se logo abaixo de Lula na chapa nacional, ou nas eleições estaduais.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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