Politicando
Renan Filho nacionaliza nome com ‘bate-boca’ nas redes envolvendo oposicionistas de Lula
Ministro tem sido um dos principais defensores de Lula nas redes sociais
Colecionando ‘tretas’ com personalidades da política de âmbito nacional que estão no campo de oposição ao governo Lula, o ministro alagoano Renan Filho tem conseguido nacionalizar seu nome - o que indica que em 2026 sua atuação pode ser nacional, e não em Alagoas.
Mesmo que já tenha dito, reiteradas vezes, que deixará o ministério para ser candidato ao governo do estado, o ministro dos transportes tem dado sinais cada vez mais claros de que quer participar do debate nacional - ou até mesmo da sucessão de Lula, como seu vice.
O primeiro debate público do ministro foi com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Renan criticou o mineiro por gravar um vídeo comendo uma banana com casca, em alusão à alta do preço dos alimentos no começo do ano.
Nas últimas semanas, o ministro acelerou as ‘respostas’ a políticos da oposição, tendo debatido sobre uma ponte no Acre com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro - que o respondeu chamando de ‘pinóquio de Alagoas’.
Nesta semana, o debate público nas redes foi com o governador paulista Tarcísio de Freitas, que num evento em São Paulo afirmou que o Brasil precisa de ‘40 anos de desenvolvimento em 4’, sendo rebatido pelo alagoano que criticou sua gestão à frente da pasta de transportes no governo Bolsonaro.
Embora seja bastante aguardado em Alagoas para disputar - e muito provavelmente vencer - o governo do estado em 2026, não é possível definir, neste momento, qual será o destino de Renan Filho nas urnas no próximo ano. Se logo abaixo de Lula na chapa nacional, ou nas eleições estaduais.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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