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Parado na Câmara, isenção do Imposto de Renda terá proposta alternativa apresentada por Renan no Senado

Senador alagoano disse que há uma “lentidão inegável” do projeto da Câmara, relatado por Arthur Lira

17/09/2025 17h05 - Atualizado em 17/09/2025 17h05
Parado na Câmara, isenção do Imposto de Renda terá proposta alternativa apresentada por Renan no Senado

O senador Renan Calheiros (MDB) avisou nesta segunda-feira (15) que vai pautar na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) uma proposta alternativa à isenção do Imposto de Renda que está parada na Câmara dos Deputados desde o mês de agosto.

O resultado dessa discussão deverá ser mais um embate político com o deputado federal Arthur Lira (PP), que é o relator da proposta na Câmara e nos bastidores, tem usado o projeto para pressionar o governo Lula.

Se aprovada na CAE, a proposta relatada por Renan segue para o plenário do Senado, e se aprovada segue para apreciação da Câmara. O projeto do senado é mais ‘ousado’ sobre a taxação de grandes lucros, o que ficou de fora do projeto relatado por Lira.

Nas redes sociais, Calheiros justificou a proposta e alfinetou Arthur. “Pela lentidão inegável e como presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, quero contribuir para acelerar a proposta pelo que ela representa para sociedade brasileira”, disse.

O senador alagoano disse que a lentidão da proposta pode causar danos ao cidadão pelo princípio da anualidade, e se demorar muito pode não valer para o ano de 2026. Na Câmara, o projeto de Lira aguarda apenas a votação no plenário, já que foi colocada em urgência.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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