Politicando
Renan Filho defende isenção do IR aprovada no Senado e diz que deputados fazem “chantagem”
Ministro fez coro com o pai pela aprovação do projeto apreciado pela CAE do senado
Em vídeo lançado nas redes sociais na última sexta (26), o ministro Renan Filho (MDB) fez coro junto com o pai, o senador Renan Calheiros (MDB) pela aprovação da proposta de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até 5 mil reais, aprovada na CAE do Senado.
Renan afirmou que a Câmara, que tem outra proposta de isenção do IR, faz “chantagem” com o projeto por ele ser de interesse do presidente Lula. Na Casa, o texto é relatado pelo arquirrival de Calheiros, o deputado Arthur Lira (PP).
“Já fazem 192 dias que o projeto de isenção do imposto de renda até 5 mil reais está andando a passos de tartaruga na Câmara. Enquanto isso, o povo continua pagando caro todo mês. A câmara fica enrolando, e tem deputado de extrema direita que só aceita votar se vier junto a votação da anistia a quem atacou a democracia, isso é chantagem”, disse.
“O senado já deu o recado, aprovou na Comissão de Assuntos Econômicos projeto semelhante e enterrou a PEC da blindagem. Isenção de imposto de renda até 5 mil reais é respeito ao trabalhador. Chega de chantagem, o povo não quer mais esperar”, completou.
Apesar da aprovação pelo Senado de proposta alternativa, o texto relatado por Lira deve mesmo ser o apreciado pela Câmara, que já marcou para a próxima quarta-feira (1º) a discussão em plenário. Se aprovado, a proposta segue para o Senado.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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