Politicando
Em entrevista, Renan Filho responde sobre ser vice de Lula em 2026
Ministro disse que sua candidatura ao governo é necessária, por ser a única que organiza o seu grupo político
Em conversa com o Portal UOL na última quarta-feira (15), o ministro dos transportes, Renan Filho (MDB) reafirmou que pretende disputar o governo de Alagoas nas eleições de 2026, e não a vaga de vice de Lula nas eleições presidenciais.
“Em política a gente não pode somente priorizar a nossa carreira, a gente tem que priorizar o interesse do grupo político ao qual a gente faz parte. Serei candidato ao governo de Alagoas, vou deixar o governo federal no período de desincompatibilização em abril, porque a minha candidatura organiza o nosso campo na política local, ela dá segurança aos detentores de mandato”, disse.
O ministro tem sido constantemente questionado se aceitaria a missão de ser vice de Lula em 2026, devido ao enfrentamento que vem fazendo com oposicionistas do governo nas redes sociais, o que dá a entender que estaria tentando viabilizar o seu nome em um debate nacional.
Apesar disso, na mesma entrevista, Filho elogiou o atual vice Geraldo Alckmin (PSB), e afirmou que ele está cumprindo um grande papel quanto ao tarifaço imposto por Trump aos produtos brasileiros.
O ministro disse ainda que o MDB gostaria de exercer o cargo de vice de Lula, mas o partido precisa antes se organizar para debater o tema nacionalmente, o que o fará somente em 2026.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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