Politicando
Governo de AL terá 26 bilhões de orçamento para 2026; LOA é discutida na ALE
Audiência pública é um dos atos preparatórios obrigatórios do orçamento do estado
Uma audiência pública realizada na manhã desta terça (4) na Assembleia Legislativa tornou públicos os valores do orçamento estadual para o ano de 2026. A Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê uma receita total de 26,6 bilhões de reais, divididos em orçamento fiscal e seguridade social.
A audiência, realizada pela comissão de orçamento da ALE, é uma das etapas da construção do PLOA 2026, e além da presença dos demais representantes da comissão contou também com técnicos das secretarias da Fazenda e Planejamento do estado.
De acordo com o texto, o orçamento total previsto para 2026 é de R$ 26.664.608.948,00, dividido da seguinte forma: Orçamento Fiscal: R$ 24.271.607.033,00. Orçamento da Seguridade Social: R$ 2.393.001.915,00. A receita líquida das deduções constitucionais e legais estimada nos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social é de R$ 21.027.635.881,00.
Dentro do orçamento fiscal, a pasta com o maior investimento do estado é a de educação, com cerca de R$ 3,05 bilhões em 2026. Em segundo lugar, vem a saúde, com R$ 3,01 bilhões. Chama a atenção o quarto maior orçamento do estado em 2026, o DER - responsável pela gestão e duplicação das rodovias estaduais, que terá R$ 623 milhões.
Individualmente, o orçamento da segurança pública ficará em torno de R$ 239,9 milhões - porém, quando são somados a ele o valor dos investimentos na Polícia Militar (R$ 1,88 bilhão) e Polícia Civil (R$ 529 milhões), a pasta torna-se a terceira mais forte do estado.
Responsável pelo gerenciamento do sistema carcerário do estado, a Secretaria de Ressocialização terá um orçamento maior do que o destinado à infraestrutura em 2026; A Seris contará com investimentos de R$ 424 milhões, enquanto as obras ligadas à infraestrutura devem ficar com R$ 408 milhões.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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