Politicando
Empresário preso pela PF dentro da Prefeitura de Murici tentou ser prefeito pelo PT em 2024
A empresa de Diogo Andrade é acusada de ser beneficiada indevidamente em contratos públicos
O empresário Diogo Andrade, preso nessa terça-feira (12) pela Polícia Federal dentro da Prefeitura de Murici, chegou a disputar como candidato a prefeito em 2024 na cidade de Maraial, em Pernambuco, pelo PT.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Diogo Andrade foi o segundo mais votado, tendo conquistado 2.665 votos, o que corresponde a 39,66% dos votos válidos.
De acordo com a PF, a empresa AR Engenharia, da qual Diogo Andrade é sócio, estaria recebendo vantagem indevida em contratos firmados com a Prefeitura de Murici.
No momento da prisão, o empresário foi pego com R$270 mil em espécie e também com documentos manuscritos que indicariam o pagamento de vantagens indevidas.
A Polícia Federal prendeu o empresário Diogo Andrade enquanto ele aguardava uma reunião com o secretário de Finanças de Murici Ronaldo do Carmo.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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