Politicando
Chapa difícil no PP pode fazer Ângela Garrote trocar de legenda em 2026
Ex-deputada encontra dificuldades em disputar ALE com fortes nomes da sigla
A composição da chapa do PP e a possibilidade de não vingar a federação nacional com o União Brasil, podem fazer a ex-deputada Ângela Garrote repensar o partido pelo qual pretende retornar para a ALE, em 2026.
Os rumores já indicam que Garrote pode trocar o PP de Arthur Lira por outra sigla, que tenha melhores condições de lhe garantir um mandato como deputada estadual. Dentre outras siglas, a ex-deputada dialoga com o PV de Sílvio Camelo.
Interlocutores dizem, no entanto, que uma possível saída de Ângela dos progressistas não tem relação com o deputado Arthur Lira, com quem tem excelente relação. “É uma questão de sobrevivência. A chapa do PP é muito forte”, diz o personagem.
Atualmente, o PP tem quatro deputados na Assembleia: Fernando Pereira, Chico Tenório, Gaby Gonçalves e Rose Davino. A expectativa é de que todos superem a casa dos 30 mil votos - número difícil de ser alcançado por Garrote.
Sem o União Brasil, caso a federação com a sigla realmente não dê certo, a situação fica ainda mais difícil - já que o partido tem mais três parlamentares: Leonam Pinheiro, Mesaque Padilha e Lelo Maia.
Vale lembrar: os tempos já não são mais tão alvissareiros para a ex-deputada, que perdeu em 2024 um grande reduto político, a prefeitura de Estrela de Alagoas, no sertão alagoano. Arlindo Garrote, ex-prefeito, hoje ocupa cargo na Caixa, indicado por Arthur Lira.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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