Politicando
Ministério Público de AL dá ultimato a prefeito de Coqueiro Seco e exige concurso público
Se o prefeito não seguir a recomendação, o MPAL pode entrar com uma ação de improbidade administrativa contra o gestor
O prefeito de Coqueiro Seco, Jadielson (MDB), recebeu um ultimato do Ministério Público de Alagoas (MPAL): o gestor tem 90 dias para concluir os trâmites e anunciar concurso público para todas as áreas em que haja necessidade.
Segundo o MPAL, o prefeito Jadielson tem mantido o quadro de funcionários do pequeno município da Região Metropolitana de Maceió a partir de contratos temporários e cargos comissionados.
O órgão instaurou um procedimento administrativo para acompanhar a recomendação. Segundo a portaria publicada no Diário Oficial do MP desta segunda-feira (17), o prefeito tem 90 dias, após o recebimento da recomendação, para anunciar o concurso.
Se o prefeito não realizar um concurso público para regularizar a situação dos funcionários, o MP pode ajuizar uma ação civil pública e responsabilizar Jadielson por improbidade administrativa.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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