Politicando
Rui Palmeira pede na justiça que Câmara especifique gastos com servidores contratados
Vereador entrou na justiça contra a mesa e seu presidente, Chico Filho
Em novo episódio do clima tenso que se instalou na Câmara de Maceió, o vereador Rui Palmeira (PSD) solicitou na justiça que a mesa diretora da Casa de Mário Guimarães disponibilize, no prazo de 10 dias, documentos sobre a contratação de terceirizados para o parlamento municipal.
Na petição, à qual o 7Segundos teve acesso, Palmeira afirma que solicitou essa documentação via Lei de Acesso à Informação, mas que a Casa não cumpriu o que determina a legislação, e não entregou nenhuma informação até o fim do prazo legal.
Com isso, o vereador acionou a justiça, solicitando que dentro de dez dias a mesa diretora cumpra a lei, e libere as informações solicitadas. Rui cita na petição nominalmente a empresa Reluzir Terceirizados LTDA, responsável, segundo ele, pela contratação de pessoal para diversos setores da Casa.
Ainda no documento, que tramita na Vara de Fazenda Municipal, o vereador responsabiliza diretamente o presidente da Câmara, vereador Chico Filho (PL), como o responsável legal e agente direto do não cumprimento do pedido feito via Portal da Transparência da Casa.
O episódio é mais um embate entre Rui e seu ex-aliado, agora em campos opostos, mas que estiveram juntos no período em que Palmeira era prefeito de Maceió. Chico tem dificultado a vida de Rui na Casa, principalmente após a denúncia do vereador em relação aos recursos do Iprev investidos no Banco Master.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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