Politicando
Fátima Canuto pode deixar MDB e ir para o PP de Lira
Deputada teme ser uma das vítimas de mais um ‘chapão da morte’ do MDB
O processo de estranhamento entre o grupo palaciano e o ex-prefeito de Pilar, Renato Filho, pode ter um desdobramento eleitoral em 2026 envolvendo a mãe de Renato, deputada Fátima Canuto.
Segundo informações de bastidores, a dificuldade em se reeleger pelo MDB e o distanciamento de Renato do Palácio Zumbi dos Palmares fez Fátima abrir conversa com o PP de Arthur Lira.
Com a federação com o União Brasil, os Progressistas podem eleger a segunda maior bancada da Assembleia Legislativa, já que o União tem quatro parlamentares, e o PP mais três.
Em 2022, comandado por Marcelo Victor, o MDB fez nada menos do que 14 deputados na Casa de Tavares Bastos, mas deixou pelo caminho nomes importantes e até mesmo deputados de mandato, que embora com boa votação ficaram de fora.
Fátima não pretende ser vítima do mesmo drama em 2026. Por enquanto, há apenas um diálogo, mas até abril o namoro pode evoluir para um casamento - vamos aguardar.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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