Politicando
Dono de quase 70 mil votos em 2022, para onde vai Nivaldo Albuquerque?
Ex-deputado articula candidatura a federal em duas legenda distintas
Discreto, quase fora do noticiário político neste ano - a não ser na ação em que pode herdar o mandato de Paulão - em que chapa irá embarcar o ex-deputado Nivaldo Albuquerque nas eleições de outubro?
Em 2022, Nivaldo teve um desempenho bastante satisfatório - foram quase 78 mil votos, resultado melhor do que o de deputados eleitos, como Paulão e Rafael Brito, em se tratando de números absolutos. Porém, pela performance ruim da chapa, não foi reeleito.
Ao que indicam os bastidores, Albuquerque mantém a mesma base eleitoral, o que pode lhe garantir uma votação semelhante à de quatro anos atrás - o que o torna um ativo disputado entre as chapas que vão disputar a Câmara Federal.
Ao que se sabe, Nivaldo negocia com duas siglas: o PP de Arthur Lira e o PL de JHC - o cenário de momento indica que o partido de Bolsonaro é o destino mais provável do ex-deputado.
No PL, sua chance é a de ser o segundo mais votado (logo depois de Marina Cândia) e torcer para que o restante do grupo chegue a uma votação suficiente para que a chapa eleja dois representantes.
Já no PP, Nivaldo terá que buscar votação suficiente para desbancar um deputado de mandato, já que as articulações indicam que Alvinho Lira (filho de Arthur), Daniel Barbosa, Fábio Costa e Marx Beltrão devem superar seus números de 2022.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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