Politicando
Sinais indicam Rodrigo Cunha cada vez mais perto de ser o novo prefeito de Maceió
Vice já recebeu sinalização de que JHC deve mesmo renunciar ao mandato em abril
À medida em que o encerramento da janela eleitoral se aproxima, os bastidores indicam uma importante movimentação política - a renúncia de JHC à prefeitura de Maceió, deixando-lhe apto a disputar as eleições em outubro.
O reflexo imediato da saída de JHC é que o vice-prefeito, Rodrigo Cunha, assume definitivamente o mandato - e terá mais de dois anos para desenvolver o seu modelo de gestão.
Alguns indícios deixam claro que JHC realmente optou por disputar as eleições - o mais forte deles é que hoje Rodrigo é quem gerencia projetos importantes, como o Renasce Salgadinho.
Nos corredores da prefeitura, interlocutores afirmam que JHC já teria dito a assessores mais próximos que deixará a prefeitura até o final da janela eleitoral - embora não tenha deixado claro que cargo irá disputar.
A chefia do executivo é a grande chance de renascer para a política de Rodrigo Cunha. Em viés de baixa desde que deixou o Senado para assumir a condição de vice de JHC, a cadeira de prefeito será a maior chance dele reverter o cenário precoce de fim de carreira, e tornar-se mais uma vez protagonista.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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