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Contra Rui Palmeira, Dantas e Marcelo Victor preferem Davi Maia como segundo eleito no PSD

Ex-deputado tem ganhado a confiança do grupo político e pula na frente de demais nomes

06/03/2026 07h07 - Atualizado em 06/03/2026 07h07
Contra Rui Palmeira, Dantas e Marcelo Victor preferem Davi Maia como segundo eleito no PSD

É sabido que o vereador Rui Palmeira, em que pese ter boa relação com Paulo Dantas e Marcelo Victor, não é daqueles aliados mais próximos do governador - já tendo sido, inclusive, um crítico dos Calheiros em tempos passados.

Por isso, mesmo sendo ‘apadrinhado’ pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, Palmeira não deve ser o abençoado por Dantas e MV para uma segunda vaga obtida pela legenda na disputa de federal, caso ela aconteça.

Nos bastidores, a preferência da dupla é por Davi Maia - situação que o governador não fez a menor questão de esconder, convidando-o publicamente para a chapa de federais do partido durante a reunião ampliada da legenda ocorrida no último domingo (1).

O convite, aliás, surpreendeu o próprio convidado, que já estava apalavrado com o PV para a disputa de uma vaga na ALE - inclusive era um dos articuladores da chapa, junto com Sílvio Camelo e Ronaldo Medeiros.

Claro, a eleição de um segundo nome do PSD depende do grande desempenho de Luciano Amaral, o candidato número um do Palácio Zumbi dos Palmares, cuja perspectiva é de obter pelo menos 150 mil votos nas urnas em outubro.

E se topar o desafio? Além de Rui Palmeira, Davi terá que superar outros nomes com potencial, como Rute Nezinho, Júlio Cézar e Thaís Canuto. Candidaturas que têm o apoio institucional de Dantas, mas… não tem a preferência.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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