Seris investiga possível soltura irregular de custodiado em Alagoas
Informações que deram origem à apuração foram encaminhadas pela Comarca de Matriz do Camaragibe; comissão terá 30 dias para concluir trabalhos
A Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) abriu uma sindicância para investigar uma possível soltura irregular de um custodiado do sistema prisional de Alagoas. As informações que motivaram a apuração foram encaminhadas pela Comarca de Matriz do Camaragibe, no Litoral Norte do estado.
O procedimento foi instaurado por meio da Portaria Seris nº 1.013/2026 e será conduzido por uma comissão formada por três servidores estáveis vinculados à Corregedoria da pasta.
O grupo terá prazo de 30 dias para realizar as diligências necessárias, reunir documentos e esclarecer as circunstâncias que levaram à abertura da investigação.
A portaria não revela a identidade do custodiado nem informa quando teria ocorrido a possível liberação irregular. O documento também não especifica a unidade prisional envolvida, as circunstâncias da soltura ou se o preso foi posteriormente localizado.
Caso sob apuração
As informações disponíveis até o momento também não permitem afirmar se houve fuga. O ato administrativo trata de possível irregularidade relacionada à soltura de um custodiado, situação que agora será analisada pela Corregedoria da Seris.
A distinção é importante porque uma eventual liberação indevida pode decorrer de diferentes circunstâncias administrativas ou operacionais, que somente poderão ser esclarecidas durante a sindicância.
Durante a apuração, deverão ser assegurados o contraditório e a ampla defesa às pessoas eventualmente envolvidas.
A abertura da sindicância, por si só, não comprova a ocorrência de irregularidade nem estabelece responsabilidade de servidores. O procedimento tem caráter investigativo e busca esclarecer os fatos encaminhados à Seris pela Comarca de Matriz do Camaragibe.
O 7Segundos realizou buscas em fontes públicas sobre ocorrências envolvendo custodiados na região, mas não localizou, até o momento, informações suficientes para identificar com segurança qual caso deu origem à sindicância.
A identificação do custodiado, a data da possível soltura, a unidade prisional envolvida e as circunstâncias do episódio permanecem pontos a serem esclarecido
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