Primeiras imagens em 3D do Titanic revelam detalhes do naufrágio mais famoso do mundo
Uma visualização dos restos do navio em tamanho real e nos mínimos detalhes só foi possível graças a uma técnica de imagem por varredura
Imagens inéditas em 3D vão ajudar os especialistas a entender melhor o naufrágio mais famoso do mundo.
É como se o fundo do mar tivesse secado. Pela primeira vez, uma visualização dos restos do Titanic em tamanho real e nos mínimos detalhes. Isso só foi possível graças a uma técnica de imagem por varredura.
Foram 700 mil fotos tiradas de vários ângulos debaixo d’água durante 200 horas de expedição usando dois submarinos – o Romeu e a Julieta. Aí, juntas, as imagens forneceram uma imagem só do Titanic, em 3D. Foi como se um scanner tivesse passado por debaixo d’água.
O resultado animou os pesquisadores, que investigam tudo o que aconteceu em torno do Titanic desde que o navio afundou, há 111 anos. Os destroços só foram encontrados em 1985, a quase 4 mil metros de profundidade. É muito fundo. Então, era muito difícil tirar fotos da carcaça. Escuridão, a pressão muito alta, os custos altíssimos de uma expedição até o fundo do mar.
Outra dificuldade era que, desde 2012, por convenção da Unesco com Estados Unidos e o Reino Unido, é proibido retirar qualquer coisa do local, e as expedições e filmagens têm que ser autorizadas. No passado, antes dessa proibição, houve uma verdadeira pilhagem e há um mercado de “achados no Titanic”.
E o tempo corria contra os cientistas. Afinal, depois de mais de um século, o fundo do oceano está devorando as ruínas. Com a imagem gigante, em 3D, ficou bem mais fácil para os pesquisadores desvendarem os muitos mistérios do naufrágio do Titanic. Uma tragédia que matou mais de 1,5 mil pessoas. Todo esse trabalho vai ser usado em um documentário.
Se você não quiser esperar para ver o documentário, tem a opção de pegar uma das expedições turísticas para ver o Titanic de perto, de dentro de um submersível. Há o risco de acidente fatal , mas tem fila para descer lá no fundo ao custo de US$ 250 mil – R$ 1,25 milhão por pessoa.
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