Babado

Irmã de Deolane detona OAB e diz que pode ser a próxima a ser presa

Além de influenciadora, Deolane Bezerra também é advogada e, segundo disse à polícia e à imprensa, estaria apenas exercendo a profissão

Por Metrópoles 22/05/2026 19h07
Irmã de Deolane detona OAB e diz que pode ser a próxima a ser presa
Deolane Bezerra e família - Foto: Reprodução / Redes Sociais

Daniele Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, publicou um vídeo nas redes sociais nesta sexta-feira (22/5) em que cobra que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tome um posicionamento a respeito da prisão da influenciadora, que também é advogada.

Investigada e presa preventivamente por suposta lavagem de dinheiro e por envolvimento com o PCC, a versão dada por Deolane à polícia e à imprensa é de que a ligação dela com o crime organizado seria meramente através do trabalho como advogada da área criminal.

“Não vão falar nada? Não tem mais presunção de inocência? Não tem mais a liberdade do exercício profissional?”, questionou Daniele, que também é advogada. “Nós não vamos mais poder defender um cliente, porque vamos ser confundidos com criminosos?”, acrescentou, em tom de revolta.

Irmã de Deolane fala em perseguição à família


Assim como o restante da família da influenciadora, a irmã de Deolane alegou que as investigações seriam uma perseguição contra ela e que a prisão, na realidade, estaria sendo usada como um “espetáculo” para promoção das autoridades em ano eleitoral.

“A Ditadura voltou?”, disparou. Além disso, Daniele especula aos seguidores que ela mesma seria a próxima presa pelas investigações contra o suposto esquema de lavagem de dinheiro para o crime organizado.

“Parem de transformar a prisão da Deolane em espetáculo. Espetáculo em ano eleitoral. Não se fala outra coisa em outro país. Acabaram todos os escândalos políticos no país. E digo mais: talvez a próxima presa pedagógica seja eu!“

Além de Deolane Bezerra, o filho mais velho da advogada, Giliard Santos, também é investigado pela Polícia Civil de São Paulo (PCSP). Segundo as autoridades, ele teria movimentado mais de R$ 11 milhões entre julho de 2022 e maio de 2024.

As investigações apontam, ainda, que as movimentações financeiras indicam um possível padrão típico de “ocultação, dissimulação e pulverização de capitais, frequentemente associados a operações de lavagem de dinheiro”.