Impeachment: parlamentares alagoanos serão os últimos a votar
Ordem de votação foi alterada pela Câmara; Roraima e Rio Grande do Sul votam primeiro
Os deputados alagoanos serão os últimos parlamentares a votar no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A ordem do pleito foi alterada pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na última quinta-feira (14).
Um voto pode decidir o resultado e, diante desse contexto, a bancada federal de Alagoas pode exercer protagonismo na votação e até decidir o futuro de Dilma. Segundo determinação de Cunha, haverá uma alternância entre deputados das regiões Norte e Sul. Parlamentares dos estados de Roraima, Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão os primeiros.
Anteriormente, o presidente da Câmara tinha resolvido que a votação começaria pelo Sul e pelo Sudeste. A nova ordem respeita, agora, a ordem alfabética dentro de cada unidade federativa. A decisão de Cunha foi lida no plenário pelo primeiro secretário da Câmara, deputado Beto Mansur (PRB-SP). A votação está marcada para começar às 14h.
A decisão foi instalada pouco antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) discutir em plenário as pendências do rito de impeachment, após o PCdoB e a Advocacia-Geral da União entrarem com mandados de segurança questionando a ordem de votação.
Últimas notícias
Ex-ministro de Bolsonaro distribui adesivos pró-Flávio no Carnaval
Morre Robert Duvall, ator de 'O Poderoso Chefão' e 'Apocalypse Now', aos 95 anos
PM combate o tráfico e outros crimes no interior do estado
Cantor Igor Kannário faz declarações polêmicas sobre Ivete e repercute na web
Polícia Civil investiga ataque a tiros que deixou um morto e dois feridos em Carneiros
Homem com mandado por violência doméstica é preso após ser identificado por reconhecimento facial em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
