Mais de 2 milhões de kg em drogas foram apreendidos pela Segurança Pública em 2016
Alagoas apresenta números relevantes de combate ao tráfico de drogas e as somas de janeiro até o dia 28 de agosto de 2016 chegam a mais de duas toneladas e perfazem o valor de R$ 3.748.856.70. A maconha é o entorpecente de maior volume e São Miguel dos Campos, o município com maior registro de apreensão.
As informações do Núcleo de Estatísticas e Análise Criminal (Neac) provam a mobilização das polícias alagoanas que, de forma integrada, têm eliminado os planos dos traficantes que tentam manter as atividades ilícitas na capital e no interior.
Em 2016, conforme registros oficiais, já foram retirados de circulação 2,261 kg de maconha; mais 21,7 kg de crack; outros 10,5 kg de cocaína; além de 3,3 kg de pasta base de cocaína; 9 litros de loló (substância proibida é uma mistura de benzina, clorofórmio, éter e essência perfumada). Na estatística ainda entram a apreensão de 22 litros de clorofórmio (conhecido também por triclorometano; líquido incolor e volátil que produz efeito anestésico).
Levantamentos da Segurança Pública afirmam que de toda a droga subtraída das ruas pelas forças policiais, o município de São Miguel dos Campos se sobressai com 1.489,25 kg, seguido por Maceió com 470,26 kg e Arapiraca com 157,99 kg.
Em relação a apreensão de cocaína, Maceió ocupa a primeira colocação com 7,73 kg; Arapiraca é o município vice-campeão em apreensão com 2,04kg. A capital alagoana também está na frente quando se fala na subtração de crack, tendo nos registros do Neac 19,69 kg, seguida por São Miguel dos Campos com 1,06 kg.
No quadro específico de valores, um quilo de maconha custa R$ 1.300 e a subtração deste ano atinge o valor de R$ 2.939.298,70. O crack, droga feita com as sobras da cocaína e várias misturas, é mais caro que a maconha e o quilo é de R$ 16 mil.
Até agora, foram contabilizados R$ 347.728,00 equivalentes a esse tipo de droga. Já de cocaína, a Segurança Pública tirou de circulação o valor de R$ 263.650,00. No entanto, de todas as drogas, a pasta base, cujo quilo pode ser transformado em vários de cocaína e crack, tem o maior valor de todas. Um quilo custa R$ 60 mil e este ano já se chega a R$ 198.180,00 em apreensão.
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