Trabalhadores dos Correios podem paralisar atividades por tempo indeterminado
Assembleia dos servidores será realizada hoje (14); serviço pode ficar suspenso a partir das 22h
Os trabalhados dos Correios, em Alagoas, realizam, na noite desta quarta-feira (14), uma assembleia geral para discutir a possibilidade de decretar greve por tempo indeterminado.
De acordo com a categoria, tudo indica que a paralisação será aderida pela maioria dos servidores. Os serviços já poderão ficar suspensos a partir das 22h.Segundo informações da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Similares (Fentect), ao todo, 25 estados já decidiram pela paralisação.
Os manifestantes cobram melhorias para a categoria. A Federação afirma que os profissionais rejeitam a possibilidade de privatização da empresa e que preza pelos empregos e pelos salários dos empregados. Eles definem a possível privatização que será discutida pelo governo Temer como “retrocesso”, que pode, sobretudo, aniquilar direitos dos servidores e modificar a dinâmica do órgão.
A proposta da ECT prevê reajuste salarial de 6,74% e redução do vale-alimentação de 26 para 23, especialmente para aqueles que trabalham cinco dias na semana, e de 30 para 27, àqueles que trabalham seis dias. A assembleia dos empregados, em Maceió, está prevista para acontecer a partir das 19h30.
Últimas notícias
Idosa impressiona com tacada final em jogo de sinuca
Vazamento de dados do Pix expôs mais de 10,2 milhões de telefones desde 2021
Pastor João Luiz recua e decide permanecer na Câmara de Maceió
Flávio diz não ter definição sobre vice e nega seleção de nomes para ministérios
Locomotiva deve chegar nos próximos meses para iniciar testes do VLT em Arapiraca
Homem é flagrado tentando furtar prédio da FMAC e acaba sendo preso
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Ciclista morre após ser atingida por carro e ser atropelada por caminhão em Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
