Índice de Preço ao Consumidor de Maceió aponta alta em alimentos
Foi pensando em auxiliar o maceioense que a Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) divulgou, nesta segunda-feira (10), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) referente ao mês de setembro de 2016.
Segundo o levantamento desenvolvido pela Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (Sinc), no último mês, o IPC apresentou uma variação de 0,50%. A alta aconteceu devido ao aumento dos itens que estão no grupo de alimentos e bebidas, que variou 1,40%.
“Com a pesquisa, constatamos que os produtos que apresentaram elevação de preços foram o tomate (11,17%), cebola (8,61%) e o leite condensado (5,42%), o que influenciou para que o grupo de alimentação e bebidas registrasse uma alta maior em relação aos demais”, explicou o supervisor de pesquisas da Seplag, Gilvan Sinésio.
A variação, porém, não aconteceu somente no grupo dos alimentos. O grupo de vestuários foi o segundo a apresentar maior variação no mês de setembro, conforme a pesquisa. Por isso, quem foi às lojas de roupas percebeu que o preço estava acima do normal.
“É normal que, neste período, os produtos do grupo de vestuário apresentem elevações em seus preços. Dessa vez, os itens que tiveram variação foram as roupas masculinas (1,51%), as roupas femininas (1,21%). Além desses, outros produtos que se destacaram na alta de preços foram as roupas infantis (0,58%) e os calçados (0,45 %)”, explica Sinésio.
Cesta básica
Já em relação à cesta básica, notou-se que, no intervalo de tempo pesquisado, esta comprometeu um percentual de 39,06% do salário mínimo atual. Isso, segundo o levantamento, representa um acréscimo de 0,32 pontos percentuais em relação ao mês de agosto.
“No mês de setembro, a cesta básica obteve um custo de R$ 343,73 no bolso das famílias de Maceió. Os produtos que contribuíram para esse aumento foram justamente o tomate, o tradicional pão francês e a manteiga, responsáveis pela alta variação no grupo dos alimentos”, ressaltou Sinésio.
O IPC ainda revelou que a carne obteve uma variação de 1,04%, em comparação com o último mês. Para se ter uma ideia, foi preciso que o trabalhador maceioense gastasse a quantia de R$19,42 para adquirir 4,5 kg do produto.
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