Edvaldo Nogueira vence disputa em Aracaju e retorna à prefeitura
O ex-prefeito de Aracaju (SE), Edvaldo Nogueira (PC do B), vai voltar ao cargo em 1º janeiro de 2017. Ele manteve o primeiro lugar obtido no primeiro turno e venceu a eleição neste domingo (30) ao bater, no segundo turno, o deputado federal Valadares Filho (PSB).
Nogueira terá como vice a ex-primeira-dama de Sergipe Eliane Aquino (PT), viúva do então governador Marcelo Déda, morto em dezembro de 2013. Nogueira contou com o apoio do governador Jackson Barreto (PMDB).
Edvaldo Nogueira fez sua campanha mostrando parte de seu legado à frente da prefeitura, a qual governou entre 2006 e 2012. Ele foi eleito com uma coligação de oito partidos (PC do B / PT / PSD / PRP / PMDB / PT do B / PTN / PRB).
Durante o segundo turno, Nogueira acusou, durante boa parte do tempo, o suposto apoio que seu adversário teria recebido do prefeito João Alves (DEM), derrotado em primeiro turno com apenas 9,9% dos votos válidos. O tema foi recorrente em debates e programas eleitorais, mas foi sempre negado pelo adversário.
Já Valadares citava o apoio do governador Jackson Barreto à chapa vencedora, sempre lembrando os salários pagos com atraso aos servidores públicos.
O ex-prefeito de Aracaju (SE), Edvaldo Nogueira (PC do B), vai voltar ao cargo em 1º janeiro de 2017. Ele manteve o primeiro lugar obtido no primeiro turno e venceu a eleição neste domingo (30) ao bater, no segundo turno, o deputado federal Valadares Filho (PSB).
Nogueira terá como vice a ex-primeira-dama de Sergipe Eliane Aquino (PT), viúva do então governador Marcelo Déda, morto em dezembro de 2013. Nogueira contou com o apoio do governador Jackson Barreto (PMDB).
Edvaldo Nogueira fez sua campanha mostrando parte de seu legado à frente da prefeitura, a qual governou entre 2006 e 2012. Ele foi eleito com uma coligação de oito partidos (PC do B / PT / PSD / PRP / PMDB / PT do B / PTN / PRB).
Durante o segundo turno, Nogueira acusou, durante boa parte do tempo, o suposto apoio que seu adversário teria recebido do prefeito João Alves (DEM), derrotado em primeiro turno com apenas 9,9% dos votos válidos. O tema foi recorrente em debates e programas eleitorais, mas foi sempre negado pelo adversário.
Já Valadares citava o apoio do governador Jackson Barreto à chapa vencedora, sempre lembrando os salários pagos com atraso aos servidores públicos.
Prefeito pela 3ª vez
Aos 51 anos, o médico e alagoano de Pão de Açúcar foi eleito vice-prefeito de Aracaju em 2000, quando compôs chapa com Marcelo Déda (PT). Na eleição seguinte, em 2004, os dois foram reeleitos. Em 2006, quando Déda deixou a prefeitura para concorrer ao governo do Estado, Nogueira assumiu e foi reeleito dois anos depois.
Antes de ser prefeito da capital sergipana, foi vereador por três mandatos, entre 1988 e 2000.
Aracaju
O novo prefeito vai governar uma cidade com 571 mil de habitantes, PIB de aproximadamente R$ 10 bilhões e renda per capita de R$ 22 mil (segundo os dados mais recentes do IBGE, de 2013).
Aracaju tem índice de mortalidade infantil de 17,4 por mil nascidos vivos (a média do Brasil é de 16 por 1.000) e taxa de analfabetismo de 6,59% (a média do Brasil é 9,37%).
Um dos maiores problemas da capital sergipana é o crescimento da violência. Em 2014, segundo dados do Mapa da Violência, Aracaju teve 50,6 homicídios por arma de fogo por cada 100 mil habitantes, quando a média nacional é de 24 por 100 mil. A cidade é a sétima capital mais violenta do país.Aos 51 anos, o médico e alagoano de Pão de Açúcar foi eleito vice-prefeito de Aracaju em 2000, quando compôs chapa com Marcelo Déda (PT). Na eleição seguinte, em 2004, os dois foram reeleitos. Em 2006, quando Déda deixou a prefeitura para concorrer ao governo do Estado, Nogueira assumiu e foi reeleito dois anos depois.
Antes de ser prefeito da capital sergipana, foi vereador por três mandatos, entre 1988 e 2000.
Aracaju
O novo prefeito vai governar uma cidade com 571 mil de habitantes, PIB de aproximadamente R$ 10 bilhões e renda per capita de R$ 22 mil (segundo os dados mais recentes do IBGE, de 2013).
Aracaju tem índice de mortalidade infantil de 17,4 por mil nascidos vivos (a média do Brasil é de 16 por 1.000) e taxa de analfabetismo de 6,59% (a média do Brasil é 9,37%).
Um dos maiores problemas da capital sergipana é o crescimento da violência. Em 2014, segundo dados do Mapa da Violência, Aracaju teve 50,6 homicídios por arma de fogo por cada 100 mil habitantes, quando a média nacional é de 24 por 100 mil. A cidade é a sétima capital mais violenta do país.
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