Secretaria de Saúde orienta população sobre vacina contra a febre amarela
Atenta à preocupação que a grande incidência de casos de febre amarela no estado de Minas Gerais vem causando à população de Maceió, a Coordenação do Programa de Imunizações do município tem procurado tranquilizar os usuários que procuram as salas de vacina das unidades de saúde no intuito de se prevenir contra a doença, com as orientações repassadas pelo Ministério da Saúde.
“Apesar da vacina fazer parte do Calendário Nacional de Vacinação e o início da aplicação de doses ter indicação ainda na infância, a vacina também é disponibilizada para os adultos, mas apenas para aqueles que precisam ou desejam se deslocar para os estados ou regiões com risco endêmico para a doença, como a região Norte e, agora, alguns municípios mineiros”, destaca a coordenadora do Programa Eunice Amorim.
Ela reforça que Alagoas não está relacionado entre os 19 estados brasileiros que foram identificados – de forma integral ou parcial – como Área com Recomendação da Vacina, ou seja, onde se reconhece o risco de transmissão. Por este motivo, não há necessidade de uma campanha de vacinação em massa ou de uma procura maior pela dose da vacina nos postos da Capital.
Em Maceió, as doses da vacina contra a febre amarela estão sendo disponibilizadas nas seguintes unidades referenciadas:

Eunice explica que a Organização Mundial da Saúde considera que apenas uma dose da vacina já é suficiente para proteger o indivíduo por toda a vida. Porém, como medida adicional de proteção, o Brasil adotou a manutenção do esquema vacinal em duas doses, iniciado aos nove meses. Quem recebeu as duas doses, quando criança ou adulto, não precisa mais ir a uma unidade de saúde para se vacinar, pois está devidamente protegido.
“Crianças a partir dos 5 anos ou adultos que perderam o cartão de vacinação também podem procurar a unidade de saúde, mas apenas se forem se deslocar para as áreas de risco endêmico. É importante destacar também que a vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Nesses casos, haverá a necessidade de uma avaliação médica”, frisa a coordenadora.
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