Teatro Deodoro abre inscrições para Oficina de Iluminação Cênica
Ministrador será Edner Pimentel, o “Careca”, que atua há 25 anos na área
No palco, os artistas são consagrados sob os olhares atentos do público. Quem também acompanha atentamente o espetáculo para dar mais brilho à arte é a equipe de iluminação. Sem o trabalho do iluminador, a cortina não se abre. Desde uma luz mais simples à mais elaborada, ele precisa estar em cena. Dominar as técnicas de iluminação é uma ciência que precisa ser estudada, praticada e aprimorada.
Quem se interessa por essa arte vai ter uma oportunidade ímpar. A Diretoria de Teatros de Alagoas (Diteal), em parceria com Edner Pimentel, mais conhecido como Careca, técnico de iluminação do Teatro Deodoro há 25 anos, promove a “Oficina de Iluminação Cênica” entre os dias 6 e 10 de março, no Teatro de Arena.
Para participar, é preciso se inscrever até o dia 23 deste mês, preenchendo uma ficha com os dados básicos e mediante pagamento de uma taxa de R$ 100,00. Os participantes recebem um certificado.
Na oficina, serão debatidos assuntos como a história da iluminação, noções básicas de eletricidade, linguagem, formas de iluminação, diferença entre as luzes, manuseio de equipamentos e mapa de luz. O foco do evento é a iluminação cênica, porém serão abordados outros tipos como cinematográfica e informativa. É a primeira vez que Maceió recebe um projeto como esse que conta com profissional de um dos teatros mais importantes do Estado de Alagoas: o Deodoro.
Sobre o ministrador “Careca”
Careca começou como assistente de cenotécnica do Teatro Deodoro em 1984, 33 anos atrás. O aprendizado veio da prática e do convívio com o cenotécnico titular Ronaldo Vieira (ainda em exercício), o eletricista Pedro Eufrázio e o saudoso maquinista José Cabral. A partir daí, ele se especializou em iluminação cênica. Sete anos depois, passou a atuar definitivamente como iluminador na equipe técnica do palco oficial do Estado.
Ao longo da carreira, Careca já participou de milhares de espetáculos. Entre os momentos marcantes, ele destaca encontros com equipes de grandes nomes do cenário nacional, como Fernanda Montenegro, Eva Wilma, Paulo José, Antônio Fagundes, Paulo Autran, Clarice Neskier, Armazém Cia de Teatro; na dança Denise Stoklos, Débora Colcker, Cisne Negro, Ballet Guaíra;
No humor, trabalhou com gente como Dercy Gonçalves, Chico Anísio, Juca Chaves, Tom Cavalcante; na música Geraldo Azevedo, Xangai, Arnaldo Antunes, Vanessa da Matta, Chico César, entre muitos outros.
Careca tem sido o nome mais procurado no cenário local para elaboração de planos de iluminação. Podem ser citados como exemplos mais recentes, no ano passado, no teatro “Bebgor” (texto de Pedro Onofre, direção Lael Correa), “Zelodaro Come Pano” (texto Sávio de Almeida, direção Ana Sofia), “Volta à Sêca” (texto Maurício Melo Júnior), na música “Noel de Vila Isabel” (Orquestra Gafieira Cai Dentro), “Os sonhos não envelhecem – A turma da esquina” (Irina Costa e banda), “Elas Cantam Mariza Monte” (Andréa Laís, Lili Burque, Fernanda Guimarães, Elisa Lemos) e na dança Eliana Cavalcante, Joyce Vidal (em Arapiraca). A oficina será uma oportunidade também para ele compartilhar essas experiências.
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