Caso de menor em Marechal Deodoro pode não ter sido estupro
Vítima alegou a mãe ter sido forçada a manter relações sexuais com o acusado
A Polícia Civil investiga um caso de suposta violência sexual na cidade de Marechal Deodoro, ocorrido na última quinta-feira (16), envolvendo uma menor de 15 anos. As primeiras informações chegadas à polícia é que a adolescente havia sido abusada sexualmente em uma praia e que seu agressor introduziu um óleo dentro da vagina da menor que teria provocado uma hemorragia.
O delegado Rodrigo Comlombelli, titular de Marechal Deodoro, assumiu o caso e está na manhã desta terça (21), colhendo depoimento da adolescente na casa dela.
O 7Segundos colheu informações exclusivas de uma fonte segura de que as investigações podem não ser conclusivas quanto ao abuso sofrido pela menor. Isto por que, em razão da idade da adolescente - maior de 14 anos - se comprovado o consentimento e a ausência de violência no ato sexual, o caso deixa de ser trato como abuso. Ao 7Segundos, nossa fonte revelou que a menor teve outros encontros sexuais com o acusado e que o que teria provocado a denúncia desta vez teria sido o sangramento provocado após o ato entre vítima e acusado.
Familiares do acusado negam a versão de estupro e relatam que os encontros sexuais eram frequentes. Para a mãe, a menor relatou ter sido forçada a manter relações com o acusado.
Ainda não há divulgação de laudo conclusivo sobre a origem da hemorragia da adolescente, mas as investigações apontam que o acusado teria usado um óleo erótico de uso externo, dentro da vagina da adolescente, o que teria provocado a reação alérgica e o sangramento.
O 7Segundos tentou contato com o delegado, mas ele colhia depoimento da adolescente no momento das nossas ligações.
O caso
Na última quinta, duas menores de 15 anos teriam marcado encontro com um casal na praia do Francês, Marechal Deodoro. Uma das menores teria se envolvido com uma mulher, identificada apenas como Letícia, enquanto a outra adolescente de 15 anos teria ficado com um homem identificado apenas como Adriano. Durante o ato ele teria usado o óleo que provocou o intenso sangramento. A menor foi levada ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde recebeu atendimento médico.
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