Julgamento no STF: Câmara de Maceió defende projeto aprovado sobre templos religiosos
O projeto foi aprovado por maioria, bem diferente do que está acontecendo no STF
Segue no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (08), a discussão sobre a autonomia dos estados e municípios em classificar os templos religiosos como atividade essencial. O assunto foi abordado novamente na Câmara Municipal de Maceió.
Isso porque no último dia 6 de abril, a Casa de Mário Guimarães aprovou o projeto do vereador Pastor Oliveira Lima (Republicanos) que torna a atividade religiosa das igrejas e templos de qualquer culto em essencial.
O parlamentar defendeu mais uma vez seu posicionamento em meio a discussão que segue entre os ministros em Brasília. “Independente do seu credo, os templos estão realizando um trabalho de apoio a tantas pessoas que precisam de ajuda nesta pandemia”.
Ele também rebateu as críticas e disse que todos os templos estão inclusos, inclusive dos de matrizes africanas.
O projeto foi aprovado por maioria, bem diferente do que está acontecendo no STF, onde a previsão é de que não seja considerado serviço essencial.
Mas a decisão ainda favorece o projeto, que ainda falta ser sancionado pelo prefeito JHC, já que os ministros do Supremo defendem a autonomia de prefeitos e governadores.
Últimas notícias
Globo cancela debate presidencial após desistências de Lula e Flávio
Após três anos na FMAC, Myriel Neto celebra festival que fez Maceió receber o Brasil e o mundo
INSS pagará benefício a mulheres afastadas por violência doméstica
Prefeito Rodrigo Cunha entrega área de convivência revitalizada no Virgem dos Pobres 1
Datafolha: Lula marca 42% no 1° turno; Flávio Bolsonaro tem 38%
Gabi Gonçalves apresenta balanço do mandato na reta final das eleições
Vídeos e noticias mais lidas
Merendeira é homenageada por equipe de escola em despedida
Ajustes no texto adiam votação da MP que acaba com a chamada taxa das blusinhas
Confira o que abre e fecha em Alagoas no feriado desta quarta-feira (16)
Severino Pessoa anuncia a liberação de R$ 2,8 milhões para a saúde de Batalha
