Renan Calheiros como relator de CPI diz que não terá medo de intimidações
Senador disse que fará uma investigação cautelosa e classificou a CPI como “árida e acidental”
Como relator da CPI da Covid-19 no Senado, Renan Calheiros (MDB), discursou no início dos trabalhos após eleição do presidente dos trabalhos e sua indicação na tarde desta terça-feira (27). O alagoano deixou claro que será imparcial e despolitizará o tema.
“Quero agradecer aos senadores do meu partido que confiaram em mim a tarefa, neste momento histórico mais grave da nação brasileira. Tentaram impedir o exercício livre do papel do senador, além de censura prévia”, iniciou a fala.
O senador disse que fará uma investigação cautelosa e classificou a CPI como “árida e acidental”.
“Essa CPI será focada na técnica, profunda e focado no objeto que a justificou, sendo despolitizada. É impossível esquecer os dias mais fúnebres em mais de um ano”, completou.
Calheiros fez uma citação direta a mudança de ministros da saúde ao longo da pandemia. “Lugar de general é no Exército e de médico na Saúde”.
“Será a celebração da vida, do conhecimento, da ciência e da sacralização da verdade contra o macabro culto da morte. Viver em paz é um direito dos brasileiros”.
Também colocou que não terá medo de intimidações. “Não nos deterão”.
Como relator, Calheiros disse que irá ouvir médicos, especialistas e entidades ligadas à Saúde.
Ele já encaminhou 11 inquéritos para as investigações, entre eles sobre a aquisição de vacinas; registros e ações do Governo Federal sobre determinações sobre isolamento social, uso de máscaras, e medicamentos que não foram eficazes; o mesmo caberá aos municípios e Estados, em especial o caso de Manaus; convocação do atual ministro da saúde e seus antecessores.
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