Covid-19: Vereadores discutem implantação do "Passe Sanitário" para circulação em locais públicos
Modelo francês está sendo adotado por cidades brasileiras

Na sessão desta quinta-feira (02) na Câmara de Maceió entrou em discussão o assunto do "Passe Sanitário". Ação implementada em outros países, e até cidades brasileiras, onde as pessoas que se vacinam contra a covid-19, possuem o direito de circular em determinados espaços públicos.
O vereador Kleber Costa (PSB) trouxe o tema para o plenário. "A França adotou esse prática, e conseguiu aumentar em 75% a vacinação da sua população. Essa atitude vem colaborar para a prevenção da pandemia. Tem um projeto que circula na Casa que permite que as pessoas tenham o direito de não se vacinar. A pandemia está afetando justamente aqueles que se negam a vacinar".
Silvania Barbosa (PRTB) lembrou que na semana passada uma reunião entre a Câmara, o Executivo e representantes de diversos seguimentos econômicos concordavam com a lei que aprovava o passe. "Ainda vai ser muito polêmico esse tema na Casa. Mas os empresários concordaram" e criticou o atual projeto que circula na Casa de Mário Guimarães, sobre o direito de não se vacinar: "Tenho amigo médico que não acreditou que este tipo de projeto tramita".
Modelo da França está sendo adotado por cidades brasileiras
Guarulhos e São Paulo estão adotando o modelo francês para frear o aumento de casos de covid-19, restringindo a circulação de pessoas em determinados espaços públicos, priorizando aqueles que foram vacinados.
Para entrar em bares, restaurantes, ônibus, hospitais, trens interurbanos ou mesmo para tomar um café num balcão, é necessário mostrar o documento, provando que o seu portador tomou-se duas doses de vacina, que recuperou-se de uma infecção nos últimos seis meses ou obteve um teste de resultado negativo nos últimos três dias.
Cada país tem seu próprio sistema e restrições, e 21 países atualmente demandam um comprovante para conceder acesso a concertos, espetáculos, eventos esportivos, casamentos, bares ou piscinas. Mais de 300 milhões de certificados já foram emitidos em toda a União Europeia.
O certificado é um requisito essencial para entrar em um café francês, para visitar um museu em Viena, para dar um mergulho numa piscina italiana ou para se hospedar em qualquer hotel em Portugal.
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