Relatório de Renan Calheiros causou briga no grupo de WhatsApp da CPI da Covid
O presidente da CPI, Omar Aziz, foi o mais indignado ao constatar o vazamento
Começou no WhatsApp o racha que levou o senador Renan Calheiros a adiar adivulgação do relatório da CPI da Covid para a semana que vem. Assim que notaram que alguns veículos de imprensa traziam trechos do relatório final ainda em elaboração pela equipe de Calheiros, integrantes do grupo que reúne o chamado "G7 ampliado" - os senadores que comandam a CPI, mais suplentes e agregados – o acusaram de descumprir o compromisso de que ninguém teria acesso ao documento antes deles.
Senadores desse grupo me contaram que, por esse acerto, Renan discutiria os pontos do relatório com os outros membros na sexta-feira (15), acataria sugestões e, nesta semana, submeteria o relatório à comissão.
O presidente da CPI, Omar Aziz, foi o mais indignado ao constatar o vazamento. Acusando Renan de não cumprir o que promete, Aziz disse que não votaria o relatório sem discussão prévia. O documento tem mais de mil páginas e será discutido numa reunião do G7 nesta segunda-feira (18) à noite.
Para parte dos senadores, Calheiros quer capitalizar politicamente o último momento de exposição na CPI da Covid incluindo crimes que não se sustentam. Temem, inclusive, que alguns trechos sirvam de desculpa para que o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, arquive o relatório, alegando falta de substância. Eles querem que Calheiros modifique pelo menos três pontos do documento.
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