Companhias de cruzeiros suspendem operações no Brasil até 21 de janeiro
Decisão é voluntária por parte das empresas, que citam "incertezas na interpretação e aplicação de protocolos previamente aprovados"
As companhias de cruzeiros decidiram suspender as operações voluntariamente no Brasil até dia 21 de janeiro. O comunicado cita “incertezas na interpretação e aplicação de protocolos previamente aprovados”.
O comunicado da Associação Brasileira de Navios de Cruzeiros (CLIA) diz que os “protocolos do setor de cruzeiros excedem a maioria de outras indústrias e permanecem eficazes para mitigar o risco de COVID-19” e que os casos identificados nos navios “consistem em uma pequena minoria da população total a bordo”.
De acordo com o texto, a CLIA “busca alinhamento com as autoridades do governo federal, Anvisa, estados e municípios para resolver as diferenças de interpretação e aplicação das medidas previamente aprovadas com este novo cenário”.
A suspensão deve durar até 21 de janeiro, com os cruzeiros que estão atualmente em navegação finalizando os seus roteiros conforme previsto.
Por fim, a CLIA informa que “a atual temporada, após o término da suspensão, poderá ser cancelada na íntegra se não houver adequação e alinhamento entre todas as partes envolvidas para possibilitar a continuidade da operação”.
Últimas notícias
Suspeito de integrar facção morre após confronto com a Polícia Militar em Anadia
Adolescente de 17 anos é assassinado a tiros dentro de casa em Matriz do Camaragibe
[Vídeo] Carnaval toma conta das ruas de Arapiraca com desfile do Colégio Santa Esmeralda
Homem é preso após ameaçar esfaquear o próprio irmão durante discussão sobre venda de imóvel
Preso suspeito de comandar violência entre torcidas organizadas em clássicos alagoanos
Cinco crianças são resgatadas em situação de abandono, após vizinhos escutarem choro de bebê
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
