Polícia suspeita que homicídio de funcionário do Centro de Zoonoses foi execução
O delegado Bruno Emílio diz que a corporação acredita nisso pelo número de tiros que a vítima recebeu
A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) iniciou, nesta segunda-feira (25), as investigações sobre a morte de um funcionário do Centro de Zoonoses de Maceió, assassinado com seis tiros de arma de fogo na Cidade Universitária.
De acordo com o delegado Bruno Emílio, a vítima não possui antecedentes criminais, além de que familiares não relataram razões que motivaram o crime. Apesar disso, a corporação acredita que o crime não tenha sido um latrocínio, e sim um assassinato premeditado.
A suspeição da polícia é motivada pelo número de tiros que a vítima levou. O delegado também afirmou que a corporação suspeita que os moradores da comunidade e conhecidos da vítima retiveram informações.
“A gente (a polícia) acredita que possa ter ocorrido algum fato na própria comunidade ali e que inicialmente os populares não quiseram repassar para a polícia”, disse.
A PC ainda vai aprofundar a investigação, que atualmente está em fase preliminar. Os moradores da região afirmaram que o crime foi realizado por um único indivíduo.
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