Reeducanda vai cuidar de filha por até seis meses em prisão em Maceió
A Lei de Execuções Penais garante que a mãe, mesmo presa, possa cuidar do filho pelos seis primeiros meses de vida
Uma reeducanda identificada como Alexandra da Silva, vai cuidar de sua filha, que atualmente tem nove dias de vida, no presidio Santa Luzia, em Maceió.
A reeducanda teria chegado na unidade prisional ainda gestante, sendo recebida por uma equipe especializada de psicólogos, nutricionistas e enfermagem. Com essa assistência, Alexandra deu a luz ainda no presídio.
De acordo com o juiz Allyson Amorim, quando não é possível a conversão da pena para prisão domiciliar, há uma garantia de que a mãe fique com o recém-nascido até, no máximo, seus seis primeiros meses de vida. Após esse período, a criança deve ser entregue a um outro familiar ou responsável.
“A gente sabe que nesses primeiros seis meses o contato com a mãe é fundamental, tanto por questões físicas, como a amamentação, mas também para o desenvolvimento psicológico da criança. A gente tenta fazer com que o fato de ela estar numa unidade prisional não atrapalhe seu desenvolvimento”, reiterou o juiz.
No caso de Alexandra, que já tem dois filhos que estão aos cuidados da avó, a nova filha deve ter sua guarda colocada sob seu pai. “Deus é que sabe, daqui pra lá, se eu vou sair com ela, ou ela vai sair na frente. Meu sentimento é lutar, arrumar um trabalho para diminuir a pena e, quando sair, cuidar dela. Só penso nisso. Só penso nela e nos filhos, mais nada”, afirmou a reeducanda.
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